Prefeitura atualiza número de leitos covid-19, taxa de ocupação SUS e fila da regulação

Leitos do Hospital Municipal Ronaldo Gazolla Foto: Mariana Ramos/Prefeitura do Rio

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, já abriu 899 leitos exclusivos para o tratamento da Covid-19, desde o início da pandemia. Deste total, 196 são leitos de UTI. Desde o dia 1º de maio, foram abertos 426 novos leitos dedicados à Covid.

O Hospital de Campanha da Prefeitura, no Riocentro, possui 177 leitos em funcionamento, 39 deles de UTI. Há 142 pacientes internados. Deste total, 39 estão em UTI.

O hospital já recebeu os novos respiradores comprados na China e a Secretaria Municipal de Saúde está providenciando os recursos humanos necessários para colocar a unidade em funcionamento pleno nos próximos dias.

A Secretaria Municipal de Saúde esclarece que não há leitos livres na rede. Esses leitos que aparecem como “livres” na plataforma da regulação estão em unidades especializadas, como maternidades, psiquiátricas e pediátricas, e que não podem ser usados para Covid-19, já que a rede continua atendendo pacientes com outras necessidades.

Nos leitos para Covid ocupados há rotatividade de vagas por causa de altas e óbitos, além de transferências para leitos de UTI que dão retaguarda às enfermarias de Covid e são usados quando o estado do paciente se agrava.

Taxa de Ocupação SUS

Em toda a rede SUS na cidade do Rio – que inclui leitos de unidades municipais, estaduais e federais – há 1.842 pacientes internados com suspeita de Covid, sendo 561 em UTI.

A taxa de ocupação de leitos de UTI para Covid-19 na rede SUS no município é de 84%. Já a taxa de ocupação nos leitos de enfermaria para pacientes com suspeita de Covid é de 71%, também no município.

Fila para transferência

Em todos os hospitais públicos da cidade do Rio – e não apenas nas unidades da rede municipal – há 403 pessoas na fila da regulação, aguardando transferência para leitos dedicados a Covid-19. Do total, 256 pacientes aguardam vaga para leitos de UTI.

Os pacientes podem ser regulados para internação em qualquer uma das diferentes redes, seja federal, estadual ou municipal.

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